Banca de DEFESA: LAURENICE MARTINS PEREIRA

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : LAURENICE MARTINS PEREIRA
DATA : 26/03/2018
HORA: 08:00
LOCAL: Sala I8 - Setor de aulas IV
TÍTULO:

ESTUDO DE BLENDAS POLI(METACRILATO DE METILA) COM POLÍMEROS ESTIRÊNICOS


PALAVRAS-CHAVES:

blendas poliméricas, poli(metacrilato de metila), poliestireno, copolímero estireno-acrilonitrila e copolímero acrilonitrila-butadieno-estireno


PÁGINAS: 141
RESUMO:

Neste trabalho foi avaliado o efeito da adição de polímeros acrílicos poli(metacrilato de metila) homopolímero (PMMAh), poli(metacrilato de metila) com elastômero (PMMAe) e polímeros estirênicos poliestireno (PS), copolímero estireno-acrilonitrila (SAN), copolímero acrilonitrila-butadieno-estireno (ABS), estes com diferentes estruturas químicas, no comportamento reológico e mecânico das blendas poliméricas formadas. As misturas foram produzidas em uma extrusora dupla rosca e, em seguida, os corpos de prova foram moldados por injeção. Os resultados da composição química do SAN e ABS mostraram que os percentuais de AN encontraram-se dentro da janela de miscibilidade para as misturas com o PMMA, isto é, de 25 e 21%, respectivamente. A termogravimetria (TG) dos polímeros estirênicos apresentaram maior estabilidade térmica do que os polímeros acrílicos. Na reometria capilar o PMMAe apresentou maior viscosidade dentre os polímeros puros estudados, devido à presença das partículas casca-núcleo (CSP) dispersas no PMMA. No índice de fluidez a adição dos polímeros estirênicos nos PMMAs aumentaram a fluidez do material, melhorando a processabilidade. Nas caracterizações mecânicas, observou-se que a adição de SAN melhorou a resistência à tração e módulo de elasticidade das blendas poliméricas, devido à presença da acrilonitrila. Nos resultados de alongamento na ruptura e resistência ao impacto, as blendas com PMMAe apresentaram melhores resultados e, dentre os polímeros estirênicos, o ABS permitiu um maior alongamento na ruptura. Na resistência ao impacto, as blendas com SAN e ABS apresentaram resultados próximos. Provavelmente a quantidade de butadieno presente nas blendas foi insuficiente para absorver a energia do pêndulo com alta velocidade. Na dureza Shore D, observou-se que a adição dos polímeros estirênicos nos polímeros acrílicos aumentou a dureza do material. Na análise térmica-dinâmico-mecânica (DMTA) observou-se que os polímeros apresentaram temperaturas de transição vítrea (Tgs) próximas e às Tgs das blendas formadas foram intermediárias as dos polímeros constituintes. Na temperatura de distorção térmica (HDT) e na temperatura de amolecimento Vicat observou-se que a adição dos polímeros estirênicos aos polímeros acrílicos aumentaram a resistência térmica dos materiais.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1639676 - EDSON NORIYUKI ITO
Interno - 1755267 - MARIA CAROLINA BURGOS COSTA DO NASCIMENTO
Externo ao Programa - 2254759 - AMANDA MELISSA DAMIAO LEITE
Externo à Instituição - GUSTAVO DE FIGUEIREDO BRITO - UFPB
Externo à Instituição - TOMÁS JEFERSON ALVES DE MELO - UFCG
Notícia cadastrada em: 26/03/2018 07:45
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