Banca de DEFESA: GUILHERME MATEUS MANIÇOBA FORMIGA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : GUILHERME MATEUS MANIÇOBA FORMIGA
DATA : 25/02/2021
HORA: 14:00
LOCAL: Defesa online
TÍTULO:

SOLIDÃO, EU NÃO ME PERTENÇO: FLUTUAÇÕES LITERÁRIAS E CRISE IDENTITÁRIA NAS VERSÕES DE ROTEIRO E FILME EM MISTER LONELY, DE HARMONY KORINE


PALAVRAS-CHAVES:

Literatura. Cinema. Roteiro. Mister Lonely. Harmony Korine.


PÁGINAS: 90
RESUMO:

Este trabalho intenciona provocar discussões acerca do roteiro cinematográfico enquanto gênero possível dentro do campo da Literatura, considerando suas múltiplas faces de escritura e concebimento imagético que confrontram paradigmas tradicionais em torno de sua própria natureza escrita. Verificaremos, no percurso, elementos de estrutura e conteúdo que permitem o aguçamento argumentativo para determinado estudo, alçando possibilidades interpretativas sobre a fluidez do gênero, usualmente considerado técnico e, portanto, não literário, em detrimento das aproximações que apresenta com a linguagem e a forma essencialmente poéticas. Também pretendemos apresentar uma leitura analítica da obra Mister Lonely, do cineasta Harmony Korine, em suas duas versões: o roteiro e o filme, a fim de proporcionar apreciações que se debrucem sobre ambas as configurações, por intento de valorizar tanto a peça fílmica quanto a escrita. Além disso, intencionamos verificar como acontece a crise de identidade na narrativa, tomada pelas personagens, especialmente o protagonista. A obra em questão apresenta, em ambas as formas de manifestação, configurações cabíveis dentro da noção de arte literária, especialmente quando se trata do roteiro, o gênero escrito, que dispõe de elementos estéticos sintáticos e semânticos de apreciação. Para suporte, teremos como itinerário teórico autores que versam a respeito de temas relativos à literatura, como Eagleton (2006-2012), Lajolo (1995), Roland Barthes (2004-2005) e Tzvetan Todorov (2017); assuntos concernentes ao roteiro cinematográfico, como Syd Field (2001), Jean Claude-Carrière e Pascal Bonitzer (1996); autores que discutem sobre conteúdos da linguagem do cinema e da adaptação, como Hutcheon (2011), Stam (2006), Henri Mitterand (2014), Ingmar Bergman (1960) e Jennifer Van Sijll (2017); e também estudiosos do sujeito social contemporâneio, como Zygmunt Bauman (1998-2004) e Stuart Hall (1992), entre outros.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1496892 - MARCIO VENICIO BARBOSA
Interno - 1513790 - ANDREY PEREIRA DE OLIVEIRA
Externo à Instituição - CHARLES ALBUQUERQUE PONTE - UERN
Notícia cadastrada em: 10/02/2021 16:13
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