Banca de DEFESA: MÁRCIA DE OLIVEIRA PINTO

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MÁRCIA DE OLIVEIRA PINTO
DATA : 28/05/2018
HORA: 14:00
LOCAL: AUDITÓRIO A
TÍTULO:

A crônica no jornal O Mossoroense: 1872 - 2000


PALAVRAS-CHAVES:

Crônica, jornalismo, literatura, linguística, jornal O Mossoroense.


PÁGINAS: 120
RESUMO:

A crônica é, lato sensu, entendida enquanto manifestação textual e discursiva cujas características fazem-na escorregar às tentativas de um enquadramento teórico rígido no que concerne a sua natureza. A Literatura crê no poder metafórico da crônica e, por isso, reclama sua paternidade, enquanto que o Jornalismo argumenta ser seu berço natural. O fato é que os discursos sobre a crônica abrigam não apenas a questão do pertencimento, mas de sua própria constituição. Essas questões interessam àquelas cujas pesquisas envolvem a característica e a constituição dos gêneros textuais e, assim, de modo geral, dos estudos sobre a linguagem. Este trabalho, de cunho teórico, bibliográfico e documental, tem como objetivo geral identificar e analisar a presença do gênero crônica no jornal O Mossoroense no período compreendido entre 1872 a 2000. Para atingir o objetivo geral, seguimos objetivos mais específicos, assim descritos: 1. Analisar os discursos que envolvem dois domínios de conhecimento, sejam eles, a Literatura e o Jornalismo, sobre o pertencimento do gênero crônica; 2. Apresentar as diferentes posturas do próprio cronista em relação ao seu ofício; 3. Construir um corpus mínimo, constitutivo de crônicas do jornal O Mossoroense, que seja frutífero a novas pesquisas e estudos; 4. Elencar, de modo geral, períodos, temas, questões e motivos tratados nas crônicas do Jornal O Mossoroense; 5. Identificar os cronistas de cada período, preservando e documentando essa memória. No que se refere ao Jornal O Mossoroense, observamos que, ao longo do tempo, a crônica foi ganhando espaço enquanto gênero que não abrigava apenas relatos cronológicos ligados à cidade, mas se reatualizando e ganhando espaço e identidade no interior do jornal. A crônica se nutriu de grandes discussões políticas e sociais ocorridas no país, como soia acontecer com as crônicas do século XX. À medida que investigávamos a presença da crônica no jornal, tomamos consciência da importância do Mossoroense para a história da Imprensa Potiguar e do país. Um jornal de resistência desde sua fundação até hoje, em luta para resistir ao tempo.

Palavras chaves: 

A crônica é, lato sensu, entendida enquanto manifestação textual e discursiva cujas características fazem-na escorregar às tentativas de um enquadramento teórico rígido no que concerne a sua natureza. A Literatura crê no poder metafórico da crônica e, por isso, reclama sua paternidade, enquanto que o Jornalismo argumenta ser seu berço natural. O fato é que os discursos sobre a crônica abrigam não apenas a questão do pertencimento, mas de sua própria constituição. Essas questões interessam àquelas cujas pesquisas envolvem a característica e a constituição dos gêneros textuais e, assim, de modo geral, dos estudos sobre a linguagem. Este trabalho, de cunho teórico, bibliográfico e documental, tem como objetivo geral identificar e analisar a presença do gênero crônica no jornal O Mossoroense no período compreendido entre 1872 a 2000. Para atingir o objetivo geral, seguimos objetivos mais específicos, assim descritos: 1. Analisar os discursos que envolvem dois domínios de conhecimento, sejam eles, a Literatura e o Jornalismo, sobre o pertencimento do gênero crônica; 2. Apresentar as diferentes posturas do próprio cronista em relação ao seu ofício; 3. Construir um corpus mínimo, constitutivo de crônicas do jornal O Mossoroense, que seja frutífero a novas pesquisas e estudos; 4. Elencar, de modo geral, períodos, temas, questões e motivos tratados nas crônicas do Jornal O Mossoroense; 5. Identificar os cronistas de cada período, preservando e documentando essa memória. No que se refere ao Jornal O Mossoroense, observamos que, ao longo do tempo, a crônica foi ganhando espaço enquanto gênero que não abrigava apenas relatos cronológicos ligados à cidade, mas se reatualizando e ganhando espaço e identidade no interior do jornal. A crônica se nutriu de grandes discussões políticas e sociais ocorridas no país, como soia acontecer com as crônicas do século XX. À medida que investigávamos a presença da crônica no jornal, tomamos consciência da importância do Mossoroense para a história da Imprensa Potiguar e do país. Um jornal de resistência desde sua fundação até hoje, em luta para resistir ao tempo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2226795 - MARIA HOZANETE ALVES DE LIMA
Interno - 1476540 - CELLINA RODRIGUES MUNIZ
Interno - 047.613.914-72 - MARIA BERNADETE FERNANDES DE OLIVEIRA - UFRN
Externo à Instituição - DAIANY FERREIRA DANTAS - UERN
Externo à Instituição - FRANCISCO PAULO DA SILVA - UERN
Notícia cadastrada em: 22/05/2018 14:23
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - | | Copyright © 2006-2022 - UFRN - sigaa02-producao.info.ufrn.br.sigaa02-producao