Banca de QUALIFICAÇÃO: JOSÉ MAURO SOUZA UCHÔA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSÉ MAURO SOUZA UCHÔA
DATA: 04/09/2013
HORA: 09:30
LOCAL: UFC VII SIGET
TÍTULO:

A didatização de podcast para ensino de inglês na floresta: histórias de professores em formação


PALAVRAS-CHAVES:

compreensão oral, podcasting, didatização, pesquisa narrativa


PÁGINAS: 100
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Lingüística
SUBÁREA: Lingüística Aplicada
RESUMO:

Em consonância com (1) as demandas de fluência; (2) com as necessidades da compreensão e produção oral em língua inglesa dos professores de Inglês como Língua Estrangeira (ILE) em formação inicial (CONSOLO, 2002, PAIVA, 2006) e (3) com a formação continuada e o letramento acadêmico do próprio professor-pesquisador, atores sociais de um curso de Letras/Inglês (QUEIROZ, 2012),  este estudo, com base na Pesquisa Narrativa (CLANDINI; CONNELLY, 1990; 2004, MELLO, 2004; CLANDININ, 2013),  trata de histórias relacionadas aos procedimentos e revela os sentidos que foram construídos durante a vivência no processo de didatização de gêneros discursivos que são difundidos pela prática de podcasting (STANLEY, 2005, 2006; CARVALHO, 2008, 2009; MACQUILAN, 2012; FREIRE, 2011, 2013), com temáticas voltadas para o contexto da floresta Amazônica, oportunizando a construção de estratégias de ensino apropriadas ao contexto local (HOLLIDAY, 1994; COYLE; HOOD; MARSH, 2010) para ensino da compreensão e produção oral (NUNAN, 1999; RICHARDSON, 2008). A pesquisa aqui delineada compreende a linguagem como prática social (HALLIDAY, 1978) e faz uso das noções de contexto de cultura e de contexto de situação da Linguística Sistêmico-Funcional (HALLIDAY; HASAN, 1989; HALLIDAY; MATTHIESSEN, 2004) contemplando o conceito de gênero e de registro (EGGINS, 2004, MARTIN; ROSE, 2008). O ensino de ILE (ELLIS, 1995, 1997) é concebido como atividade social mediada pela linguagem (BERNSTEIN, 2000, 2003), e construído na interação com o outro (VYGOTSKY, 1993, 1994). Ela se inscreve como alternativa ao paradigma didático-metodológico imposto pelo imperialismo cultural (PHILLIPSON, 1992, 2010; TOMLINSON, 2008; SAID, 1994) e que não suprem as necessidades (HUTCHINSON; WATERS, 1987) dos professores em formação inicial. As narrativas revelam que a deficiência de letramento digital (BUZATO, 2008) e a pouca vivência em processos de didatização de gêneros resultam na negação desta proposta de ensino subversiva (MELO, 2004), mas sugerem que a mudança de paradigma precisa ser estabelecida.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1555334 - ORLANDO VIAN JUNIOR
Externo à Instituição - PAULA TATIANNE CARRÉRA SZUNDY - UFRJ
Notícia cadastrada em: 22/08/2013 16:21
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