Banca de QUALIFICAÇÃO: JONILSON DE SOUZA FIGUEIREDO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JONILSON DE SOUZA FIGUEIREDO
DATA: 22/05/2013
HORA: 14:30
LOCAL: SALA D4 SETOR II
TÍTULO:

CONSUMO FAMILIAR: EFEITOS DA POLÍTICA DE VALORIZAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO NAS DECISÕES DE GASTO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS, NORDESTINAS E POTIGUARES, NO PERÍODO DE 1995 A 2011.


PALAVRAS-CHAVES:

Consumo familiar. Salário mínimo. Brasil. Nordeste. Rio Grande do Norte


PÁGINAS: 115
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Economia
RESUMO:

Esta pesquisa tem como objetivo analisar os efeitos da valorização do salário mínimo no consumo das famílias brasileiras, nordestinas e potiguares, no período de 1995 a 2011. Isso porque, a busca por pelo fortalecimento do mercado interno, via políticas de incentivo à demanda privada tem assumido destaque na agenda governamental. Assim, sob a justificativa do acirramento do debate acerca da efetividade das políticas anticíclicas do Brasil, diante das crises econômicas recentes, pretende: 1) recuperar o debate teórico e, em certa medida, a evolução da teoria do consumo agregado, bem como algumas ilações sobre sua ligação com o salário mínimo; 2) descrever as experiências e os efeitos desta legislação na história econômica, com ênfase para o caso brasileiro; 3) apresentar algumas das bases estatísticas disponíveis à pesquisa, com atenção às especificidades de cada uma e aos resultados empíricos encontrados para o consumo no Brasil; 4) estimar os efeitos da variação do salário mínimo no consumo familiar no Brasil (BR), Nordeste (NE) e Rio Grande do Norte (RN). A partir disso, no sentido de quantificar essa relação, realiza inferências dos efeitos da massa salarial e do salário mínimo no consumo, via séries trimestrais, com modelo clássico de regressão linear múltipla. A hipótese lançada consiste que: incrementos na renda, derivados da política de valorização do salário mínimo influenciará diretamente o consumo das famílias. Porém, quando comparados os resultados entre as unidades analisadas, a expressividade das famílias nordestinas e potiguares – frente à dinâmica nacional – com renda vinculada a esse piso, impulsiona impactos mais significativos nas decisões de gasto no NE e no RN, reduzindo assim as disparidades regionais. Os resultados preliminares apontam para refutação da hipótese do trabalho, pois enquanto para o BR uma variação unitária no salário mínimo aumenta o consumo em 1,20 unidades monetárias, para o NE e RN esses parâmetros são, respectivamente, 1,04 e 1,12.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2374343 - ANDRE LUIS CABRAL DE LOURENCO
Externo ao Programa - 1752338 - FABRICIO PITOMBO LEITE
Externo ao Programa - 7349918 - MARCONI GOMES DA SILVA
Notícia cadastrada em: 10/05/2013 11:43
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