Banca de QUALIFICAÇÃO: VANESSA PATRICIA SOARES DE SOUSA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: VANESSA PATRICIA SOARES DE SOUSA
DATA: 13/09/2011
HORA: 08:00
LOCAL: AUDITÓRIO DO DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA
TÍTULO:

ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE ALTERAÇÕES DO SONO E A DOR LOMBAR DURANTE A GRAVIDEZ


PALAVRAS-CHAVES:

Gestação; actimetria; lombalgia; sono


PÁGINAS: 64
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

A gravidez caracteriza-se por diversas mudanças no corpo da mulher. Essas alterações contribuem para o surgimento da dor lombar e podem influenciar no sono durante a gravidez. Assim, o objetivo desta pesquisa foi analisar a relação entre as alterações do sono e a lombalgia em mulheres grávidas. Dez mulheres grávidas, com faixa etária entre 18 e 35 anos, residentes nos municípios da Grande Natal, foram avaliadas no segundo e terceiro trimestre de gestação. Para a avaliação do sono foram utilizados o actímetro, o Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh e a Escala de Sonolência de Epworth. A dor lombar foi avaliada utilizando-se o algômetro de pressão, a Escala Visual Analógica (EVA) e o Oswestry Disability Index. Para análise estatística dos dados preliminares desta pesquisa utilizou-se o programa SPSS (versão 17.0), através das freqüências absolutas e relativas, médias e desvio-padrão. Os resultados parciais mostraram que a média de idade gestacional da amostra foi de 25,8 (+ 7,2) semanas, estando 50% (n=5) da amostra no segundo trimestre (ST) e os outros 50%, no terceiro trimestre (TT) de gestação. Comparando-se os dois trimestres, observou-se que houve uma diminuição do limiar doloroso experimental à pressão (ST- 2,28; TT-1,22), aumento da intensidade dolorosa na região lombar (ST – dor leve: 60%; TT – dor moderada: 60%) e aumento da incapacidade causada pela dor lombar (ST – Incapacidade moderada: 20%; TT – Incapacidade moderada: 60%). A qualidade do sono mostrou-se boa em 60% e ruim para 60% das gestantes no segundo e terceiro trimestres de gestação, respectivamente. Os resultados demonstraram um aumento da prevalência de sonolência diurna excessiva, segundo o trimestre analisado (ST- 20%; TT- 80%), além de uma diminuição do tempo total de sono (ST – 7h; TT – 6,3h) e da eficiência do sono (ST – 78,7%; TT- 75,5%) na amostra estudada.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2212151 - ELIZABEL DE SOUZA RAMALHO VIANA
Externo ao Programa - 1506709 - KARLA VERUSKA MARQUES CAVALCANTE DA COSTA
Interno - 350635 - TANIA FERNANDES CAMPOS
Notícia cadastrada em: 06/09/2011 09:53
SIGAA | Superintendência de Informática - | | Copyright © 2006-2022 - UFRN - sigaa15-producao.info.ufrn.br.sigaa15-producao