Banca de DEFESA: PATRÍCIA VIDAL DE NEGREIROS NÓBREGA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.

DISCENTE: PATRÍCIA VIDAL DE NEGREIROS NÓBREGA

DATA: 01/04/2011

HORA: 14:00

LOCAL: AUDITÓRIO DO DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA

TÍTULO:

SONO E SÍNDROME DA FRAGILIDADE EM IDOSOS RESIDENTES EM INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA  


PALAVRAS-CHAVES:

Idoso. Terceira idade. Ciclo sono-vigília. Actigrafia. Qualidade de sono. Fragilidade.


PÁGINAS: 108

GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde

ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional

RESUMO:

O processo de envelhecimento ocasiona modificações na quantidade e qualidade do sono. Tais modificações afetam mais da metade dos adultos acima de 65 anos de idade, que vivem na comunidade e 70% dos institucionalizados, gerando impacto negativo na sua qualidade de vida. Uma das manifestações patológicas do envelhecimento que compartilha algumas características com as desordens do sono e prediz resultados similares é a síndrome da fragilidade, que caracteriza os idosos mais debilitados e vulneráveis. A maneira como os transtornos do sono desempenham um papel na patogênese da fragilidade permanece incerta. Objetivo: Avaliar a relação entre sono e síndrome da fragilidade em idosos institucionalizados. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal, com 69 idosos residentes em instituições no município de João Pessoa - PB. Foram utilizados Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh e actigrafia para as variáveis subjetivas e objetivas do sono, respectivamente, e questionários e testes específicos para as variáveis do fenótipo de fragilidade (critérios de fragilidade de Fried). Na análise estatística utilizou-se o teste de correlação de Pearson, teste Qui Quadrado e ANOVA One-way, com pós-teste de Tukey-Kramer. Posteriormente, foi construído um modelo de Regressão Linear Simples. Em toda análise estatística foi considerado um intervalo de confiança (IC) de 95% e um p < 0,05. Resultados. A amostra foi caracterizada pelo predomínio de frágeis (49,3%), mulheres (62,3%), de solteiros (50,7%) e média de idade de 77,52 (±7,82). Os idosos frágeis obtiveram pior qualidade de sono, 10,37(±4,31) (f=4,15, p=0,02), quando compardos aos não frágeis. A latência do sono foi a que mais influenciou na variabilidade da fragilidade (R2 = 0,13, β padrão = 1,76, β = 0,41, p = 0,001). Não foram encontradas diferenças entre as variáveis do padrão repouso-atividade e as categorias do fenótipo de fragilidade. Conclusão. As alterações do sono, incluindo má qualidade de sono, latência de sono prolongada, baixa eficiência de sono e sonolência diurna, influenciam na variabilidade da fragilidade em idosos institucionalizados.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - DEBORA CRISTINA HIPÓLIDE - UNIFESP
Presidente - 1545315 - GUILHERME AUGUSTO DE FREITAS FREGONEZI
Interno - 350637 - RICARDO OLIVEIRA GUERRA
Notícia cadastrada em: 28/03/2011 15:27
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