Banca de DEFESA: ANA CAROLINA DE AZEVEDO LIMA BRASILEIRO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.

DISCENTE: ANA CAROLINA DE AZEVEDO LIMA BRASILEIRO

DATA: 24/02/2011

HORA: 14:00

LOCAL: AUDITÓRIO DO DEPTO. DE FISIOTERAPIA

TÍTULO:

INFLUÊNCIA DO BIOFEEDBACK NO TREINO DE MARCHA DE SUJEITOS HEMIPARÉTICOS: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO CONTROLADO


PALAVRAS-CHAVES:

acidente cerebrovascular, biorretroalimentação, marcha, cinemática


PÁGINAS: 76

GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde

ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional

RESUMO:

INTRODUÇÃO: O treino de marcha em esteira com suporte parcial de peso (SPP) tem mostrado diversos benefícios para o paciente após um acidente vascular encefálico, tendo-se, no entanto, pouco conhecimento dos seus resultados associados ao estímulo por biofeedback. OBJETIVO: Verificar os efeitos imediatos do biofeedback, visual e auditivo, associado ao treino de marcha em esteira com SPP sobre a marcha de sujeitos hemiparéticos. MÉTODOS: Foi realizado um ensaio clínico, randomizado e controlado com 30 sujeitos no estágio crônico do AVE, submetidos ao treino de marcha em esteira com SPP (controle), podendo ser associado ao biofeedback visual (experimental I), estímulo dado pelo monitor da esteira, ou ao biofeedback auditivo (experimental II), usando uma frequência de 115% da cadência do indivíduo. Os sujeitos foram avaliados por cinemetria, sendo os dados obtidos pelo Sistema de Análise de Movimento Qualisys. Os resultados foram analisados pelo programa SPSS 17.0, atribuindo-se nível de significância de 5%. Para a comparação antes e após o treinamento de cada grupo foi utilizado o teste t’Studant pareado e para a comparação entre os grupos, a ANOVA two way. RESULTADOS: A velocidade e o comprimento do passo aumentaram nos três grupos antes e após o treinamento. O grupo do biofeedback visual aumentou a proporção do tempo de apoio e reduziu o tempo de balanço e sua razão de simetria; e o grupo do biofeedback auditivo reduziu o tempo de duplo suporte. Houve um aumento da ADM do joelho e tornozelo e da flexão plantar (toe-off) no grupo biofeedback visual. Não houve diferenças estatísticas entre os grupos em nenhuma das variáveis. CONCLUSÃO: O biofeedback visual promoveu alterações em um maior número de variáveis espaço-temporais e angulares da marcha do que o biofeedback auditivo ou do que o treino de marcha realizado sem biofeedback, não havendo, entretanto, superioridade de uma forma de treinamento sobre a outra.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2179208 - ANA RAQUEL RODRIGUES LINDQUIST
Externo à Instituição - FÁTIMA VALÉRIA RODRIGUES DE PAULA GOULART - UFMG
Interno - 350635 - TANIA FERNANDES CAMPOS
Notícia cadastrada em: 09/02/2011 08:34
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