Banca de QUALIFICAÇÃO: GEORGES WILLENEUWE DE SOUSA OLIVEIRA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO foi cadastrada pelo programa.

DISCENTE: GEORGES WILLENEUWE DE SOUSA OLIVEIRA

DATA: 10/08/2010

HORA: 14:30

LOCAL: PPGFIS

TÍTULO:

ANÁLISE MECÂNICA E FUNCIONAL DO SISTEMA CÁRDIORESPIRATÓRIO NA DOENÇA DE CHAGAS


PALAVRAS-CHAVES:

Doença de Chagas, Capacidade Funcional e Insuficiência Cardíaca


PÁGINAS: 50

GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde

ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional

RESUMO:

INTRODUÇÃO: As manifestações pulmonares e cardíacas da Doença de Chagas (DC) afetam entre 20 a 30% dos indivíduos infectados. A Cardiomiopatia Chagásica Crônica (CCC)possui algumas particularidades tais como arritmias e, principalmente a Insuficiência Cardíaca (IC), sendo potencialmente letal devido a disfunção ventricular esquerda. Como alterações respiratórias, os pacientes adquirem um padrão restritivo, além de dispnéia, fadiga, resultando em um progressivo prejuízo da capacidade funcional, na qual contribui para uma pobre qualidade de vida relacionada à doença. Medidas para estimar os volumes pulmonares através de medidas externas pelo movimento da superfície caixa torácica sugerem como alternativa de avaliação da função pulmonar e cinemática do complexo tóraco-abdominal. OBJETIVO: analisar a cinemática do complexo tóraco-abdominal através dos volumes pulmonares regionais e correlacionar com avaliação funcional do sistema cardiorrespiratório em pacientes com Doença de Chagas durante o repouso. MATERIAIS E MÉTODOS: 42 sujeitos foram alocados e dividido em 3 grupos, sendo 15 composta por pacientes com CCC, 12 pacientes com IC de diferentes etiologias e 15 idosos saudáveis formando grupos controle. Foi utilizado um pletismógrafo opto eletrônico (POE), questionário de Minessota, teste de caminhada 6 minutos, espirometria e manovacuometria. RESULTADOS: Observou-se no TC6min onde o grupo CRL apresentou maior distância percorrida 464,93±44,63m vs Grupo IC com 399,58± 32,1m (p=0,005) e grupo CCC 404±68,24m (p=0,015), ambos os grupos apresentam diferença estatística com relação ao Grupo CRL. Na manovacuometria encontrou o grupo CRL apresentou 81,31±15,25 do predito vs 54,59±19,98* do grupo CCC e 42,11±13,52* do grupo IC, apresentando (p<0,05) em relação ao grupo CRL. Na POE observou um padrão restritivo em todos os grupos analisados. Com base no questionário de qualidade de vida de Minessota, verificou-se um baixo escore nos grupos CCC e IC 43,2±15,2 e 44,4±13,1, respectivamente (p<0,05) quando comparados ao grupo controle (19,6±17,31). CONCLUSÃO: parece que os pacientes com CCC possuem mesmas características funcionais e respiratórias, observadas pelo POE, aos pacientes do grupo IC, podendo considerar intervenções para esse grupo como terapêutica complementar dessa doença negligenciada.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 275.782.084-20 - ARMELE DE FATIMA DORNELAS DE ANDRADE
Externo ao Programa - 2374822 - FABRICIA AZEVEDO DA COSTA
Interno - 1545315 - GUILHERME AUGUSTO DE FREITAS FREGONEZI
Notícia cadastrada em: 10/08/2010 10:31
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