Banca de QUALIFICAÇÃO: DIEGO VILLAR TAVARES

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : DIEGO VILLAR TAVARES
DATA : 06/09/2018
HORA: 10:00
LOCAL: Auditório do Departamento de Fisioterapia
TÍTULO:

RELAÇÃO ENTRE DOR E QUEDAS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS: UM ESTUDO TRANSVERSAL


PALAVRAS-CHAVES:

envelhecimento; dor; quedas; ILPI.


PÁGINAS: 68
RESUMO:

Introdução: O acelerado processo de envelhecimento acarreta transtornos à saúde como, o surgimento de diversas doenças crônico-degenerativas, que proporcionam a aparição de síndromes geriátricas e aumentando, significativamente, a presença de dor no idoso. Sabe-se que a dor, em seus diversos contextos, ocasiona diversas limitações e pode estar relacionada ao risco de quedas, sobretudo em idosos. As quedas configuram-se como uma síndrome geriátrica que corresponde ao tipo de acidente mais comum entre os idosos, principalmente os que residem em instituições de longa permanência (ILPI). Objetivo: Analisar a relação entre dor e quedas em idosos residentes em instituições de longa permanência. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal envolvendo 108 idosos residentes em ILPI no Estado da Paraíba. Os instrumentos utilizados na coleta de dados foram o Geriatric Pain Measure (GPM), para avaliação da dor, e a Falls Eficacy Scale Internacional (FES-I), para a avaliação da eficácia em quedas. Para a análise dos dados, foi utilizado o programa estatístico SPSS versão 20.0. O teste t, ANOVA e o teste de correlação de Spearman foram utilizados na análise bivariada. Por fim, na análise multivariada, foram aplicados três modelos de regressão linear múltipla. Em toda a análise estatística, foi considerado um intervalo de confiança (IC) de 95% e um p < 0,05. Resultados: A amostra foi caracterizada por uma média de idade de 78,8 (±7,19) anos, com predomínio do sexo feminino (64,8%), sendo (42,1%) dos participantes solteiros. Quanto à avaliação da dor, a dor crônica foi relatada por 44,8% dos idosos, enquanto que a dor aguda por 18,1%. Na avaliação da dor, por meio do Pain Geriatric Measure (GPM) ajustado, a média de pontuação foi de 28,81 (±30,67) pontos. A intensidade da dor, na grande parte dos idosos, foi do tipo moderada, tanto para a dor em geral quanto para a dor crônica (51,7% e 66%), respectivamente. A maioria dos idosos com dor aguda relatou dor leve (57,8%). Ao correlacionar os valores ajustados da GPM com a FES-I, obteve-se uma correlação positiva moderada e estatisticamente significativa (ρ = 0,39: p < 0,001). Por fim, na análise multivariada, observou-se que, nos três modelos de regressão realizados, as variáveis sexo, uso de drogas psicotrópicas e pontuação da GDS exerceram influência na pontuação da FES-I. Ainda foi observado que no modelo ajustado por dor dicotômica, o relato de dor implicava em 5.47 pontos na FES-I.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1460020 - ALVARO CAMPOS CAVALCANTI MACIEL
Interno - 4374835 - KARYNA MYRELLY OLIVEIRA BEZERRA DE FIGUEIREDO RIBEIRO
Externo ao Programa - 3885543 - SAIONARA MARIA AIRES DA CAMARA
Notícia cadastrada em: 23/08/2017 17:25
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