Banca de DEFESA: MARIA CLARA EUGÊNIA DE OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MARIA CLARA EUGÊNIA DE OLIVEIRA
DATA : 22/02/2017
HORA: 15:00
LOCAL: Departamento de Fisioterapia
TÍTULO:

AVALIAÇÃO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES COM SOBREPESO E OBESIDADE ANTES E APÓS TRATAMENTO COM CINESIOTERAPIA E REEDUCAÇÃO ALIMENTAR: Ensaio clínico randomizado.


PALAVRAS-CHAVES:

Assoalho pélvico; Reabilitação; Fisioterapia; Hábitos alimentares


PÁGINAS: 70
RESUMO:

Introdução: O excesso de peso é o principal fator de risco para uma série de doenças crônicas como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer. Entre as patologias afetadas pelo excesso de peso, está também as disfunções no assoalho pélvico (AP) como a presença de incontinência urinária (IU). Objetivo: Comparar a eficácia de um tratamento fisioterapêutico para mulheres com incontinência urinária através da cinesioterapia do assoalho pélvico e da cinesioterapia associada à reeducação alimentar. Metodologia: Estudo do tipo ensaio clínico, randomizado e simples-cego, realizado no Hospital Universitário Onofre Lopes. Participaram do estudo, 26 mulheres com IMC entre 25 e 40kg/m2, divididas em 2 grupos: Grupo Cinesioterapia e Reeducação alimentar (GCRA – n= 13) e Grupo Cinecioterapia (GC – n=13). A coleta de dados aconteceu em três etapas: Avaliação, com aplicação da ficha de avaliação, dos questionários e exame físico; Intervenção, com aplicação do protocolo da cinesioterapia ou protocolo da reeducação alimentar associado à cinesioterapia; e Reavaliação, Aplicação da ficha de avaliação, dos questionários e exame físico ao final do tratamento, com 2 meses. Foram realizados dois atendimentos por semana, totalizando 16 atendimentos em ambos os grupos, com duração de 30 minutos por atendimento. Os dados foram analisados através do software estatístico SPSS 20.0 atribuindo-se o nível de significância de 5%. O teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para testar a normalidade dos dados. De acordo com a distribuição dos dados, foi utilizado o teste t’Student ou Mann-Whitney para comparar as médias intergrupos, e teste t pareado ou Wilcoxon para verificar diferenças intragrupos.  Resultados: A perineometria apresentou diferença estatisticamente significante, quando comparado antes e após o tratamento, nos dois grupos (GCRA P=0,045; GC P=0,028). O impacto da incontinência urinária na qualidade de vida, analisado pelo ICIQ-SF, ambos os grupos apresentaram diferenças estatisticamente significativas do seu momento inicial para o final (GCRA P= 0,001; GC P= 0,000). Com relação à qualidade de vida o GCRA apresentou aumento no final do tratamento, no que se refere a satisfação da saúde (P=0,026). Conclusão: Almeja-se que o fisioterapeuta possa usufruir de um protocolo verdadeiramente confiável no tratamento das pacientes. Além disso, observa-se a importância do trabalho interdisciplinar, que favorece uma melhoria de vários sistemas corporais como também na melhoria da qualidade de vida.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2786809 - MARIA THEREZA ALBUQUERQUE BARBOSA CABRAL MICUSSI
Externo ao Programa - 1879430 - ANA PAULA TRUSSARDI FAYH
Externo à Instituição - VANESSA PATRICIA SOARES DE SOUSA - FANEC
Notícia cadastrada em: 21/02/2017 17:28
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