Banca de DEFESA: AMANDA SOARES FELISMINO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: AMANDA SOARES FELISMINO
DATA: 20/11/2015
HORA: 09:00
LOCAL: AUDITÓRIO DO DEPTO DE FISIOTERAPIA
TÍTULO:

REABILITAÇÃO CARDÍACA NA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CRÔNICA: EFEITOS DE 12 SEMANAS DE TREINAMENTO INTERVALADO X CONTÍNUO NA FUNÇÃO CARDIOPULMONAR


PALAVRAS-CHAVES:
Palavras – chave: Insuficiência cardíaca, reabilitação, exercício aeróbico, exercício intervalar.

PÁGINAS: 85
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

Introdução: A Reabilitação Cardíaca (RC) tem importante efeito na mortalidade e morbidade dos pacientes com insuficiência cardíaca (IC) crônica, sendo o exercício físico uma alternativa para tratamento desse paciente. O tipo de exercício mais estudado para alcançar o condicionamento cardiovascular é o treinamento físico contínuo. Recentemente têm-se estudado os efeitos do treinamento intervalar com alta intensidade de exercício, porém ainda não há consenso sobre a dose e tipo ideal de exercício para esse paciente. O objetivo do presente ensaio clínico foi avaliar os efeitos do treinamento aeróbico contínuo vs intervalado na capacidade aeróbia e qualidade de vida em pacientes com IC crônica. Métodos e Resultados: Dezoito pacientes com IC crônica com tratamento medicamentoso otimizado (média de 44,7±13,2 anos; 35,2±8,9% de Fração de ejeção de ventrículo esquerdo [FEVE] e de VO2pico de 20,6±5,3ml/kg/min) foram randomizados em: Grupo Treinamento Intervalado (GTI - 85% da frequência cardíaca de reserva - FCR), Grupo Treinamento Contínuo (GTC - 60% da FCR), realizados 3 vezes por 12 semanas (total de 36horas) e Grupo Controle (GC) que recebeu orientações sobre a importância da atividade física. Os pacientes foram submetidos a uma avaliação inicial e final da capacidade aeróbica (Teste de esforço cardiopulmonar – TECP) e questionário de qualidade de vida. Ambos os treinamento foram eficientes para aumentar o VO2pico sendo 15,1% (P=0,02) no GTI e 16,1% (P=0,01) no GTC. Quanto à qualidade de vida tanto o GTI, quanto o GTC apresentaram melhora quando comparados com o grupo controle (P=0,006). Os eventos de incompatibilidade hemodinâmica durante o TECP (depressão/manutenção de pressão arterial sistólica) foram reduzidos após o treinamento mais no GTC (4 para 1 pacientes) do que no GTI (5 para 3). O risco cardíaco também diminuiu mais no GTC (3 pacientes sairam do risco moderado/grave para o leve após o treinamento) e no GTI apenas 1 pacientes mudou essa categoria. Conclusão: Ambos os tipos de treinamento foram eficientes em aumentar o condicionamento aeróbico e qualidade de vida neste grupo de pacientes, entretanto no grupo intervalar foram mais frequentes a queda ou manutenção da pressão arterial sistólica sugerindo maior incompetência hemodinâmica e maior risco de desenvolver evento cardíaco


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - MICHEL SILVA REIS - UFSCAR
Externo ao Programa - 2495713 - ROSIANE VIANA ZUZA DINIZ
Presidente - 1149619 - SELMA SOUSA BRUNO
Notícia cadastrada em: 27/10/2015 16:00
SIGAA | Superintendência de Informática - | | Copyright © 2006-2022 - UFRN - sigaa08-producao.info.ufrn.br.sigaa08-producao