Banca de QUALIFICAÇÃO: JULIANA FERNANDES DE SOUZA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JULIANA FERNANDES DE SOUZA
DATA: 30/08/2013
HORA: 09:00
LOCAL: AUDITÓRIO DO DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA
TÍTULO:

VALIDAÇÃO DA ESCALA DE FATIGABILIDADE PERCEBIDA PARA AVALIAÇÃO DA FADIGA EM IDOSAS


PALAVRAS-CHAVES:

fadiga, envelhecimento, estudo de validade


PÁGINAS: 58
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:
Introdução: Fadiga é uma queixa comum em idosos, especialmente naqueles com doenças crônicas e está associada com a perda de independência. No entanto, pouco se sabe sobre o ideal tratamento ou como fadiga se manifesta nas atividades de vida diária. O termo fatigabilidade foi recentemente proposto para esclarecer a fadiga associada à realização de uma atividade. A sensação de fadiga é um importante critério para a síndrome fragilidade, entretanto por se tratar de uma medida subjetiva, sua avaliação apresenta limitações.   Objetivo: Avaliar a validade da medida de fatigabilidade percebida durante um padronizado teste de caminhada em idosas frágeis e não frágeis. Métodos: Trata-se de um estudo do tipo diagnóstico, onde serão avaliadas 50 idosas, sendo 25 idosas frágeis e 25 idosas não frágeis. A avaliação será realizada em dois momentos distintos, no primeiro momento são coletados os dados sócio-demográficos, além da avaliação da função cognitiva, saúde física, e do fenótipo da fragilidade. O segundo momento é composto pela avaliação dos dados clínicos, teste de caminhada de 6 minutos e  da fatigabilidade percebida. Foi realizada uma análise descritiva por meio das medidas de tendência central e de dispersão, seguida do teste de correlação de Spearman e de Pearson para averiguar a validade de critério da escala de fatigabilidade percebida com as taxas dos gases respiratórios. Resultados: Foi realizado um estudo piloto com uma amostra de 20 idosas, onde a média de idade foi de 77 anos (±6,7). A pontuação média obtida na escala de fatigabilidade foi 2,85 (±1,5) no momento de repouso e 5 (±1,4) pós teste de caminhada. Houve correlação moderada inversa entre a medida de fatigabilidade no repouso com o VO2 (r= -,358; p =,122). Em relação ao momento pós-exercício só foi observada uma correlação significativa entre a escala com a variável VCO2 (rho=0,456, p=0,043).

MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 350637 - RICARDO OLIVEIRA GUERRA
Interno - 1149619 - SELMA SOUSA BRUNO
Interno - 2566849 - WOUBER HERICKSON DE BRITO VIEIRA
Notícia cadastrada em: 20/08/2013 10:49
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