Banca de DEFESA: MAYARA SUELLY CANDIDO FERREIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MAYARA SUELLY CANDIDO FERREIRA
DATA: 30/04/2012
HORA: 08:30
LOCAL: Laboratório de Tribologia - NTI/UFRN
TÍTULO:

RESPOSTA TÉRMICA DE COMPÓSITO PEEK+PTFE+FIBRA DE CARBONO+GRAFITE


PALAVRAS-CHAVES:

Materiais Compósitos; PEEK; PTFE; G_CFRP; Mecânica do Dano; Envelhecimento Térmico; Evaporação; Crazing; Esqueletização.


PÁGINAS: 91
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Mecânica
RESUMO:

Compósitos baseados em matrizes poliméricas de PEEK e PTFE, reforçadas com fibra de carbono e grafite (G_CFRP) apresentam crescente aplicação e desafios à Engenharia nas indústrias Aeroespacial, Aeronáutica, de Petróleo, Biomédica, Mecânica e Eletrônica. Um compósito G_CFRP foi aquecido em três níveis de energia térmica para identificar os principais mecanismos de dano e algumas evidências em suas transições de mecanismos. Uma bancada experimental foi desenvolvida para sistematizar o fluxo térmico com base no Efeito Joule. Foi construída usando-se um recipiente isotérmico, uma fonte quente interna e um sistema de medidas em tempo real para ensaiar um corpo-de-prova (CP) de cada vez. Uma ponta cônica-cilíndrica foi inserida em um ferro de soldar, comercialmente disponível e identificado por três diferentes níveis de potência elétrica, 40W (fabricante A), 40W (fabricante B), 100W e 150W, selecionados após ensaios piloto: estes níveis de potência para a fonte quente, após uma hora de aquecimento e uma hora de resfriamento in situ, promoveu três zonas diferentes de degradação na superfície do compósito. A bancada foi instrumentada com onze termopares, um wattímetro e uma câmera de vídeo. Os doze C.P. ensaiados apresentaram diferentes mecanismos de degradação, analisados pelas técnicas de calorimetria exploratória diferencial (DSC) e termogravimetria (TG) e análises por Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e por Energia Dispersiva de Raios-X (EDS). Antes e após cada ensaio, foram feitos ensaios de dureza Rockwell M (HRM). Excelentes correlações (R2=1) foram obtidas nas curvas da área evaporada após uma hora de aquecimento e uma hora de resfriamento in situ versus (1) a respectiva potência da fonte quente e (2) a temperatura central do C.P. entretanto, como resultado da degradação diferencial do G_CFRP e da sua anisotropia, confirmadas por suas propriedades térmicas variáveis, propriedades viscoelásticas e viscoplásticas, houve comportamentos linear e não-linear entre o campo de temperatura e a HRM medidos nas direções radial e circunferencial dos C.P. Algumas peculiaridades morfológicas das zonas de dano são apresentadas e discutidas, como, por exemplo, os mecanismos de dano por “crazing”e esqueletização do G_CFRP.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 347080 - JOAO TELESFORO NOBREGA DE MEDEIROS
Externo ao Programa - 350633 - ADEMIR OLIVEIRA DA SILVA
Externo ao Programa - 5220696 - LUIZ CLAUDIO FERREIRA DA SILVA
Externo à Instituição - ROBERTO SILVA DE SOUZA - IFRN
Notícia cadastrada em: 26/04/2012 16:58
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