Banca de QUALIFICAÇÃO: PEDRO HENRIQUE DE ALMEIDA VARELA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : PEDRO HENRIQUE DE ALMEIDA VARELA
DATA : 12/05/2017
HORA: 09:00
LOCAL: Laboratório de Máquinas Hidráulicas e Energia Solar - NTI/UFRN
TÍTULO:

OBTENÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E VIABILIDADE DE UTILIZAÇÃO DE UM COMPÓSITO COM MATRIZ DE POLIÉSTER E REFORÇOS DE TECIDOS DE JUTA (CORCHORUS CAPSULARIS) E FIBRA DE VIDRO


PALAVRAS-CHAVES:

Compósitos, tecido de juta, fibra de vidro, matriz de polimérica.


PÁGINAS: 104
RESUMO:

A Fabricação de novos materiais compósitos e uma alternativa mais barata para substituir materiais convencionais, nesse intuito foi obtido e estudado a viabilidade do uso do Tecido Plano de Juta (TPJ) e tecido de fibra de vidro tipo E (TFVE) em um compósito híbrido de matriz de resina poliéster ortoftálica cristal. O processo de obtenção do compósito foi testado em relação ao número máximo de camadas que poderia ser utilizado, sem comprometer a sua processabilidade e a fabricação dos corpos de prova (CPs) em molde compressivo. Foram escolhidas e testadas duas configurações, híbridas e não híbridas, com 4, 6, 8 e 10 camadas de tecido plano de juta e 4, 6, 8 e 10 camadas de tecido de fibra E. O compósito em suas duas configurações e várias formulações foi caracterizado para a determinação de suas principais propriedades físicas. No compósito proposto o TPJ e o TFVE tiveram função de carga de reforço, com predominância para o TFVE uma vez que todas as formulações estudadas para o compósito híbrido apresentaram resistência mecânica superior à da matriz. O compósito híbrido apresentou maior resistência mecânica do que o compósito não hibrido apenas com camadas de juta. A configuração 10TJV foi à configuração de melhor resultado de resistência à tração, à flexão e ao impacto. O melhor ganho de resistência mecânica do compósito híbrido em relação à resina foi à resistência ao impacto, com superioridade muito significativa. As propriedades térmicas do compósito híbrido foram competitivas com as da resina poliéster, trazendo boas possibilidades para aplicações térmicas. O MEV evidenciou que houve aderência entre o TPJ e o TFVE e a matriz para todas as configurações, porém ocorreram fissuras, vazios e arrancamento de feixes de fibra, o que comprometeu a resistência mecânica do compósito, que poderia ter sido maior. O compósito proposto apresentou viabilidade para a fabricação de protótipos solares e eólicos, como foi demonstrada pela obtenção de uma pá a ser usada em aerogeradores do tipo darrieus, e de uma parábola que foi utilizada em um fogão solar multifocal.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 349104 - LUIZ GUILHERME MEIRA DE SOUZA
Externo ao Programa - 2322134 - MOISES VIEIRA DE MELO
Externo à Instituição - FLAVIO ANSELMO SILVA DE LIMA - NENHUMA
Externo à Instituição - MARIA KALIONARA DE FREITAS MOTA - MEC
Externo à Instituição - NATANAEYFLE RANDEMBERG GOMES DOS SANTOS - NENHUMA
Notícia cadastrada em: 03/05/2017 14:27
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