Banca de DEFESA: JULIANA RICARDO DE SOUZA

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JULIANA RICARDO DE SOUZA
DATA: 05/06/2015
HORA: 14:00
LOCAL: Sala 4 da Escola de Ciências e Tecnologia - ECT/UFRN
TÍTULO:

DESENVOLVIMENTO DE COMPÓSITOS POLIMÉRICOS TRIBOLOGICAMENTE EFICAZES


PALAVRAS-CHAVES:

Rejeito de Scheelita, PTFE, Compósitos, Tribologia.


PÁGINAS: 134
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Mecânica
RESUMO:

A estocagem de rejeitos de scheelita a “céu aberto” resultante da exploração da mina Brejuí da região de Currais Novos, Rio Grande do Norte, Brasil, tem gerado, no período 1960-2015, um forte passivo ambiental. O polímero politetrafluoretileno (PTFE) majora em sistemas de deslizamento e reduz significativamente custos de manutenção, devido às suas excelentes propriedades mecânicas, tais como baixo coeficiente de atrito (0,01< m <0,10) e limite de escoamento da ordem de 10 MPa. No entanto, apresenta elevadas taxas de desgaste (10-13 m2/N) e por despertar o interesse científico e tecnológico nas indústrias petroquímica e aeroespacial na forma de lubrificantes sólidos, objetivou-se desenvolver compósitos poliméricos com matriz de PTFE utilizando-se o rejeito de scheelita como carga, viabilizando também processos de remediação ambiental. O Rejeito de Scheelita foi caracterizado na condição como adquirido, através de análises de DRX, FRX, MEV, EDS, granulometria por Peneiramento e a Laser, registrando-se traços de tungstênio e metais estratégicos igualmente importantes. O PTFE foi analisado por TGA, DSC, MEV, DRX, FRX. Para o desenvolvimento dos compósitos misturou-se mecanicamente os pós de PTFE e Rejeito de Scheelita, devidamente preparados e pesados. Para moldagem por compressão à quente projetou-se um molde cilíndrico de aço acoplado a uma resistência inseridos numa prensa hidráulica. Avaliaram-se o desempenho tribológico dos compósitos obtidos a partir de Rugosidade, Dureza, Molhabilidade, Absorção ao impacto, Esclerometria, Pino Disco e Analise Morfológica. Os resultados indicam que a variação no teor de rejeito de scheelita influência nos resultados de rugosidade, dureza e absorção ao impacto. Compósitos molhados com água salina e destilada caracterizaram-se como hidrofóbicos, enquanto que os molhados com óleo parafínico e naftênico como oleofílicos. Correlacionando os resultados dos ensaios tribológicos e custos constatou-se que a composição de 20% de Rejeito de Scheelita apresentou a melhor planicidade, baixo consumo de energia de deformação específicica (<0,30 J/mm3), a menor perda mássica (8x10-3g) e afundamento da pista (<0,4 µm/km).


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 350633 - ADEMIR OLIVEIRA DA SILVA
Externo à Instituição - AMÉLIA SEVERINO FERREIRA E SANTOS - UFPB
Externo à Instituição - DANIELLE GUEDES DE LIMA CAVALCANTE - UFPB
Interno - 1753067 - EFRAIN PANTALEON MATAMOROS
Presidente - 347080 - JOAO TELESFORO NOBREGA DE MEDEIROS
Externo ao Programa - 2322134 - MOISES VIEIRA DE MELO
Notícia cadastrada em: 27/05/2015 16:46
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