Banca de QUALIFICAÇÃO: JOSE RENATO LIMA CAMARA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSE RENATO LIMA CAMARA
DATA: 20/03/2015
HORA: 14:30
LOCAL: Laboratório de Máquinas Hidráulicas e Energia Solar - NTI/UFRN
TÍTULO:

DESENVOLVIMENTO DE UM COMPÓSITO A BASE DE POLIURETANO DE MAMONA COM REJEITO DE TELHA PARA APLICAÇÃO EM ISOLANTE TÉRMICO


PALAVRAS-CHAVES:

Poliuretano De Mamona, Compósitos, Rejeito De Telha, Isolante Térmico, Termogravimetria (TG), Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC), Propriedades Mecânicas, Plastificante.


PÁGINAS: 76
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Mecânica
RESUMO:

A busca por novos produtos tem sido um fator de importante para todas as áreas. O reaproveitamento de rejeitos como matéria- prima tornou-se alvo de interesse de algumas indústrias devido à questão ambiental. O rejeito de telha que são na maioria das vezes oriundas de construções civis e do manuseio dentro das indústrias ceramistas é utilizado em massas cerâmicas para fabricação de telhas e tijolos e como compostos utilizados em outros materiais. O óleo da mamona tem inúmeras aplicações industriais podendo ser empregada na produção de espumas rígidas de poliuretana, utilizadas para o isolamento térmico. Com isso, desenvolver um compósito a base de rejeito de telha e poliuretano de mamona, além de contribuir com o meio ambiente, representa ações econômicas e renováveis na fabricação de materiais como isolantes térmicos. Portanto, este trabalho consiste no desenvolvimento de um compósito a base de rejeito de telha e poliuretano de mamona, tendo como objetivo utilizar como isolantes térmicos para o mercado consumidor. Na etapa experimental o rejeito de telha foi moído e peneirado à 200 mesh e caracterizados por fluorescência de raios-X (FRX), difração de raios-X ( DRX), Microscopia eletrônica de varredura (MeV) e granulometria a laser, para analisar os elementos constituintes,  fases presentes, defeitos e tamanho do grão. Para a fabricação da espuma rígida do poliuretano de mamona puro, foi utilizados dois componentes poliméricos A e B nas proporções 1:1,6. Foram desenvolvidas cinco formulações, FII, FIII, FIV, FV e FVI (10%, 20%, 30%, 40%, e 50 % do rejeito) para fabricação do compósito. As propriedades mecânicas foram determinadas através de ensaios de compressão e ensaio Shore A. Já as propriedades térmicas e tecnológicas foram determinadas a partir de ensaios de condutividade térmica, calor específico, difusividade térmica, absorção de água e massa especifica, respectivamente. Os resultados morfológicos do compósito apresentaram aglomerados de poros fechados, o que pôde ter contribuído para a redução da resistência e da massa específica mecânica, principalmente da formulação FVI. Assim, foi percebido que o aumento do teor de rejeito de telha na matriz do poliuretano não modificou as propriedades termofisicas do material. Contudo, o rejeito de telha contribuiu para diminuição da quantidade de poliuretano usado na fabricação de componentes térmicos. Os valores apresentados pelos compósitos (rejeito de telha + poliuretano) foram similares aos valores do poliuretano puro. Com isso o material fabricado pode ser aplicado como isolantes térmicos, além disto, o seu uso pode contribuir na questão ambiental, por ser um material biodegradável. Visto que foi usado rejeito de telha como matéria prima para o desenvolvimento de novos produtos.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 348080 - JOSE UBIRAGI DE LIMA MENDES
Interno - 349104 - LUIZ GUILHERME MEIRA DE SOUZA
Externo à Instituição - NATANAEYFLE RANDEMBERG GOMES DOS SANTOS - NENHUMA
Notícia cadastrada em: 18/03/2015 16:32
SIGAA | Superintendência de Informática - | | Copyright © 2006-2020 - UFRN - sigaa02-producao.info.ufrn.br.sigaa02-producao