Banca de QUALIFICAÇÃO: JULIANA PORTELA VILAR DE CARVALHO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : JULIANA PORTELA VILAR DE CARVALHO
DATA : 05/09/2017
HORA: 09:00
LOCAL: Miniauditório do PPGAU/UFRN
TÍTULO:

O IMPACTO DO OFUSCAMENTO NO USO DA LUZ NATURAL E NO PROJETO ARQUITETÔNICO


PALAVRAS-CHAVES:

iluminação natural, ofuscamento e interação do usuário.


PÁGINAS: 195
RESUMO:

A pesquisa avalia que ofuscamento é um dos principais obstáculos para o uso da luz natural em escritórios de Natal-RN, e que pode ser evitado por meio de relações projetuais que considerem as diferentes preferências dos usuários das edificações. Considera-se as características arquitetônicas percentual de abertura de fachada (PAF), Fator de Céu Visível (FCV) e profundidade de vão iluminado, e perfis de usuários ativo, passivo e intermediário. Os procedimentos consistem na determinação de sistemas de abertura, pesquisa de campo para avaliação do usuário in loco e simulação computacional dinâmica do desempenho luminoso. A determinação dos sistemas de aberturas é feita para um modelo de sala de 4,00m x 7,00m, com o percentual de abertura de fachada (PAF) de 40%, 60% e 80%, no programa Solar Tool (MARSH, 2010), considerando o bloqueio à radiação solar direta durante o horário de ocupação do escritório (8h às 17h) e o fator de céu visível (FCV). A pesquisa de campo consiste nas etapas de escolha dos casos, auditoria, pesquisa de opinião, monitoramento, medições e consulta complementar aos usuários. O principal objetivo desta fase é identificar perfis de interação dos usuários com os sistemas de sombreamento, as suas preferências e tolerância aos níveis de iluminação natural. Devido à grande variabilidade dos índices de luz natural e pela praticidade na modelagem, é utilizada a simulação computacional dinâmica no programa Diva-for-Rhino (SOLEMMALLC, 2016) associada à modelagem paramétrica no programa Grasshopper (RUTTEN, 2015), com a análise dos parâmetros da iluminância natural útil (UDI) entre 500lux e 5000lux e probabilidade de ofuscamento na luz natural (DGP). As saídas gráficas utilizadas são: curva de decaimento, isolinhas de UDI, imagens com cores falas de DGP, imagem renderizada de DGP e perfil anual de DGP. Os resultados parciais demonstram que o tipo e a dimensão do sistema de sombreamento têm uma relação direta com o PAF e o FCV. Aberturas pequenas devem ter sistemas mais leves, portanto com um FCV maior, aberturas intermediárias devem ter um FCV mediano e aberturas grandes, devem ter sistemas de proteção mais frondosos para garantir um melhor sombreamento. O programa de análise de luz natural Diva-for-Rhino (SOLEMMALLC, 2016) apresenta algumas limitações quanto a elaboração e simulação do comportamento do usuário e quanto à geração de saídas gráficas de UDI no intervalo de 500lux à 5000lux para brises dinâmicos.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1454154 - ALDOMAR PEDRINI
Interno - 1149643 - GLEICE VIRGINIA MEDEIROS DE AZAMBUJA ELALI
Externo à Instituição - SOLANGE MARIA LEDER - UFPB
Notícia cadastrada em: 09/08/2017 18:24
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