Banca de DEFESA: IZABELLY CRISTINA MENDES TINOCO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: IZABELLY CRISTINA MENDES TINOCO
DATA: 15/08/2014
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do CCET
TÍTULO:

 

DOIS ESTUDOS REGIONAIS SOBRE PERFIS POPULACIONAIS: TIPOLOGIA SOCIODEMOGRÁFICA E ÍNDICE SOCIOECONÔMICO DE VULNERABILIDADE À SECA


PALAVRAS-CHAVES:

Mudanças Climáticas, Semiárido, Susceptibilidade, GoM, Risco, Probabilidade.


PÁGINAS: 103
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Demografia
RESUMO:

As mudanças climáticas podem ocasionar grandes consequências junto à população no que tange aos aspectos demográficos e socioeconômicos. Os extremos climáticos, tais  como: enchentes, secas e desastres naturais, ocorridos nos últimos anos têm contribuído para prejuízos e danos à população. A utilização de indicadores de vulnerabilidade socioeconômica e demográfica corrobora para auxiliar na identificação das áreas ou grupos populacionais mais susceptíveis ao risco dos impactos da seca. Sendo assim, este estudo tem como objetivo construir um indicador socioeconômico de vulnerabilidade à seca para as microrregiões do Rio Grande do Norte (RN) como também identificar a tipologia da vulnerabilidade sociodemográfica dos municípios que compõe a Região do Semiárido do Brasil. Como estratégia metodológica, inicialmente,  utilizou-se o método Grade of Membership com intuito de traçar uma tipologia sóciodemográfica dos municípios do Semiárido do  Brasil. Para a construção do Indicador Socioeconômico de Vulnerabilidade à Seca (ISEVS), utilizou-se análise de componentes principais (ACP) considerando diversas variáveis socioeconômicas e demográficas. Para a tipologia o número de perfis é foram definidos 3 perfis, por ser bastante satisfatório na interpretação dos grupos. Os resultados mostraram em relação à tipologia sociodemográfica nos municípios considerados no estudo que aqueles localizados nos estados da Bahia, Piauí e Alagoas apresentam características mais alarmantes de alta vulnerabilidade, os municípios que se encontram sesse perfil encontram-se nessa situação uma vez que apresentam baixas condições sociodemográficas. A respeito dos resultados referentes ao ISEVS, percebeu-se que as microrregiões do Médio Oeste, Seridó Ocidental e Litoral Nordeste apresentaram os mais elevados valores dos indicadores socioeconômicos de vulnerabilidade à seca em 2000. Em contrapartida, para o segundo momento considerado no estudo, 2010, Angicos, Seridó Ocidental, Baixa Verde e Litoral Nordeste foram as microrregiões com altos valores de ISEVS. Ressalta-se que a microrregião de Natal apresentou o menor ISEVS para os dois anos de estudo 0,18 e 0,46  em 2000 e 2010 respectivamente. Assim, pode-se concluir que tal microrregião apresentou o  menor risco à seca, susceptibilidade baixa e uma boa capacidade adaptativa. Este estudo possibilitou identificar uma tipologia da vulnerabilidade sociodemográfica para região semiárida do Brasil, como também construir um indicador ISEVS para as microrregiões do estado do RN, a fim, de subsidiar os gestores públicos para mitigação dos impactos da seca.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 320597 - PAULO SERGIO LUCIO
Interno - 1346630 - LARA DE MELO BARBOSA ANDRADE
Interno - 350691 - MARIA HELENA CONSTANTINO SPYRIDES
Interno - 1688188 - MOISES ALBERTO CALLE AGUIRRE
Externo ao Programa - 1857634 - ROSANE RODRIGUES CHAVES
Externo à Instituição - HUMBERTO ALVES BARBOSA - UFAL
Notícia cadastrada em: 08/08/2014 16:12
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