Banca de QUALIFICAÇÃO: PEDRO HENRIQUE DA SILVA JUVENAL

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : PEDRO HENRIQUE DA SILVA JUVENAL
DATA : 30/09/2020
HORA: 14:00
LOCAL: meet.google.com/zxy-uerm-jpq
TÍTULO:

CAPACIDADES DE RESPOSTA E ADAPTAÇÃO AO RISCO DE INUNDAÇÕES: A POPULAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MARANGUAPINHO, FORTALEZA/CE.


PALAVRAS-CHAVES:

Palavras-Chaves: Risco, Inundações, Bacia hidrográfica.


PÁGINAS: 64
RESUMO:

O presente trabalho tem por objetivo principal analisar as capacidades de resposta e adaptação da população da bacia hidrográfica do rio Maranguapinho, a partir de estudo temporal da elaboração de índices de vulnerabilidade e risco. A mesma localiza-se na porção oeste do aglomerado urbano da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), mais precisamente entre as coordenadas 3º 42’ e 3º 58’ de latitude sul e 38º 35’ e 38º 44’ de longitude oeste, desaguando no rio Ceará, assim, dividindo a mesma foz e planície fluviomarinha. Vale salientar, que o rio Maranguapinho e o rio Ceará são considerados bacias hidrográficas independentes. A bacia em sua totalidade é ocupada pelos municípios de Maranguape, Maracanaú, Fortaleza e Caucaia, porém, pesquisaremos a bacia sobre o território de Fortaleza, haja vista, a grande concentração populacional. A área de estudos foi ocupada pela população com menor poder aquisitivo em um território de fragilidade ambiental, nesse contexto socioambiental configura-se um dos ambientes mais problemáticos e preocupantes da cidade de Fortaleza. Fortalecendo o debate a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Ceará contabiliza 96 áreas consideradas de risco em Fortaleza, onde 43 estão na bacia do rio Maranguapinho, totalizando uma média de 12.000 famílias afetadas. (CEDC, 2011), onde umas das principais problemáticas são os eventos de inundação, fato esse que chamou a atenção para a elaboração da presente pesquisa. Portanto, com o auxílio do arcabouço da ciência geográfica e de sua multidisciplinaridade, podemos verificar relevância para a discussão de temas como risco, perigo e vulnerabilidade, acerca da área, pois, a mesma é um retrato da sociedade moderna em que vivemos, sendo assim, o debate e a construção de indicadores e índices uma das maneiras de enfrentarmos a problemática encontrada. Desse modo, precisamos superar as dualidades impostas e compreendermos como o espaço geográfico necessita ser interpretado, ou seja, uma conjunção do natural e do humano, elaborando o conceito em uma articulação natureza e sociedade, ou seja, analisar como uma interface entre as ciências naturais e as ciências sociais.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1503011 - LUTIANE QUEIROZ DE ALMEIDA
Externo ao Programa - 1172876 - SILVIO BRAZ DE SOUSA
Externa à Instituição - FRANCISCA LEILIANE SOUSA DE OLIVEIRA - UECE
Externo à Instituição - JADER DE OLIVEIRA SANTOS - UFC
Notícia cadastrada em: 08/09/2020 12:37
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