Banca de DEFESA: ERNESTO CID BRASIL DE MATOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ERNESTO CID BRASIL DE MATOS
DATA: 10/02/2012
HORA: 14:00
LOCAL: Escola de Ciências e Tecnologia - sala 6
TÍTULO:

Uma Ferramenta para Geração de Testes de Unidade a partir de Especificações B


PALAVRAS-CHAVES:

Métodos Formais; Testes de Software; Método B; Testes de Unidade.


PÁGINAS: 100
GRANDE ÁREA: Ciências Exatas e da Terra
ÁREA: Ciência da Computação
SUBÁREA: Sistemas de Computação
RESUMO:

Métodos formais e testes são ferramentas para obtenção e controle de qualidade de software. Quando utilizadas em conjunto, elas provem mecanismos para especificação passível de verificação e detecção de falhas em um software. Apesar de permitir que sistemas sejam matematicamente verificados, métodos formais não são suficientes pra garantir que um sistema esteja livre de falhas, logo, técnicas de teste de software são necessárias para completar o processo de verificação e validação de um sistema. Técnicas de Testes Baseados em Modelos permitem que testes sejam gerados a partir de outros artefatos de software como especificações e modelos abstratos. Ao utilizarmos especificações formais como base para a criação de testes, podemos gerar testes de melhor qualidade pois estas especificações costumam ser ricas em detalhes sobre seu funcionamento e livres de ambiguidade. Fernanda Souza (2010) propôs um método para definir casos de teste a partir de especificações do Método B. Este método utilizava informações do invariante de uma máquina e das pré-condições de uma operação para definir casos de teste positivos e negativos para tal operação, através de técnicas de particionamento de equivalência e análise de valor limite. No entanto, a proposta de 2010 não incluía automação e possuía algumas deficiências conceituais como, por exemplo, não se encaixar exatamente em uma classificação de critérios de cobertura bem definida. Iniciamos nosso trabalho com um estudo de caso que aplicou o método a um exemplo de especificação B proveniente da indústria. A partir deste estudo obtivemos subsídios para o aperfeiçoá-lo. Em nosso trabalho evoluímos método proposto, reescrevendo e adicionando características para torná-lo compatível com uma classificação de testes utilizada pela comunidade. Além disso, ele foi melhorado para suportar especificações estruturadas em vários componentes, utilizar informações do corpo da operação durante a criação de casos de teste e utilizar novos critérios de cobertura. Finalmente, implementamos uma ferramenta para automatizá-lo e o submetemos a estudos de caso mais complexos.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1258224 - ANAMARIA MARTINS MOREIRA
Interno - 1709820 - ROBERTA DE SOUZA COELHO
Externo à Instituição - PATRICIA DUARTE DE LIMA MACHADO - UFCG
Notícia cadastrada em: 02/02/2012 14:02
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