Banca de DEFESA: LIGIANNE DYNARA CAMARA E SILVA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LIGIANNE DYNARA CAMARA E SILVA
DATA: 14/01/2013
HORA: 09:00
LOCAL: SALA DE AULA DO PREDIO DO LARHISA -Esta defesa será realizada AMANHÃ 27 DE DEZEMBRO.
TÍTULO:

CORREÇÃO: ESTA DEFESA SERÁ REALIZADA AMANHÃ 27 DE DEZEMBRO.

VIABILIDADE DO USO DE ESGOTO TRATADO COMO FONTE NÃO CONVENCIONAL DE ÁGUA EM NATAL


PALAVRAS-CHAVES:

Viabilidade econômica; Reúso; Uso de efluente tratado.


PÁGINAS: 100
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Sanitária
SUBÁREA: Saneamento Ambiental
ESPECIALIDADE: Qualidade do Ar, das Águas e do Solo
RESUMO:

 necessidade de tratar de forma correta e segura as águas residuárias é
algo
real. Essa preocupação surgiu devido à necessidade de criar possibilidades
de
preservar a quantidade e a qualidade das águas superficiais e subterrâneas
existentes no mundo, que cada vez se encontrada em menores quantidades,
podendo
evitar assim, a poluição das mesmas. Isso se faz necessário, pois a água foi

considerada por muito tempo como um recurso inesgotável, levando assim, ao
seu
mau gerenciamento, fazendo com que águas com qualidade satisfatória fossem
encontradas cada vez em menores quantidades.
Diante disso, segundo Florêncio et. al. (2006), cresce em todo o mundo a
consciência em torno da importância do uso racional, da necessidade de
controle
de perdas e desperdícios e do reúso da água, incluindo a utilização de
esgotos
sanitários para diversos fins com seus inesgotáveis atrativos.

O reúso de águas residuárias traz como benefício a preservação de fontes de
água
para consumo, por isso, sempre que economicamente viável, deve ser
utilizado.

Como as águas residuárias tratadas são capazes de atender a diversos usos,
deve-se levar em conta o local em que se deseja reutilizá-la e o grau de
qualidade que esse uso exige. Dentre as possibilidades de reúso, incluem-se:
as
recargas de aquíferos (alimentação de lagos artificiais, de fontes
ornamentais,
etc.), o reúso urbano (irrigação de parques, jardins, cemitérios, canteiros
centrais de autovias, campos de golfe, pátios de colégios, complexos
turísticos,
limpezas de vias públicas, de caminhões de coleta de lixo, etc.), industrial

(sistemas de refrigeração, lavagem e transporte de materiais, etc.) e em
edifícios residenciais e comerciais (limpeza de sanitários, sistemas contra
incêndios), na irrigação, hidroponia e piscicultura.

Apesar de um grande número de autores tratarem do assunto e de diversas
pesquisas comprovarem essa viabilidade quando atendidos os parâmetros
exigidos,
ainda existe uma grande rejeição por parte da população, que mesmo
consciente da
real necessidade de se reutilizar águas residuárias, ainda não possui
esclarecimento suficiente em relação à segurança e confiabilidade do
efluente
que será reutilizado.

Com isso, ainda de acordo com Florêncio et. al. (2006), a utilização de
esgotos
sanitários oferece uma oportunidade de natureza econômica, ambiental e
social,
mas em situações de acentuada escassez de recursos hídricos pode mesmo
constituir uma necessidade. Diante disso, podem existir situações onde a
utilização de esgotos como fonte de água para uma série de atividades seja a

única opção da qual se dispõe.
Apesar de ser um assunto já consagrado pela literatura com diversos estudos
e
pesquisas, no Brasil a sua regulamentação ainda encontra-se em curso, mesmo
com
o reconhecimento de que essa prática já é uma realidade no país.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 376.950.452-68 - ANDRE LUIS CALADO ARAUJO - IFRN
Interno - 1345690 - ARTHUR MATTOS
Externo à Instituição - MARCO ANTONIO CALAZANS DUARTE - IFRN
Presidente - 1284389 - MARIA DEL PILAR DURANTE INGUNZA
Notícia cadastrada em: 26/12/2012 16:04
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