Banca de QUALIFICAÇÃO: FELIPE ANTÔNIO LOPES CARDOSO SILVA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : FELIPE ANTÔNIO LOPES CARDOSO SILVA
DATA : 26/10/2017
HORA: 14:00
LOCAL: Sala I14 (Setor de Aulas IV)
TÍTULO:

EMPREGO DA FILTRAÇÃO LENTA PARA TRATAMENTO DA ÁGUA DE UMA LAGOA LITORÂNEA


PALAVRAS-CHAVES:

Filtração lenta. Protozoários. Giardia. Cryptosporidium. Análise de partículas. Parâmetros surrogados.


PÁGINAS: 19
RESUMO:

A disseminação de protozoários patogênicos pela água de consumo é há muito tempo conhecida e consolidada na comunidade técnica e científica. Eles se destacam em relação à resistência aos processos usuais de desinfecção e à persistência por longos períodos no meio ambiente. Com a urbanização e o crescimento de áreas agropecuárias, os mananciais de abastecimento superficiais têm se tornado cada vez mais sujeitos a diversas formas de poluição, contribuindo para a prevalência dos protozoários nesses corpos hídricos. Diversos estudos vêm apontando a persistência de protozoários após a desinfecção, o que infere que tratamentos que incluem etapas como pré-ozonização, floculação, sedimentação, filtração rápida e cloração não significam necessariamente barreiras tão eficazes contra espécies como o Cryptosporidium. A filtração lenta é uma tecnologia de baixo custo e alto benefício. Ela depende de pouca ou nenhuma adição de produtos químicos e tem operação simples. Na literatura, é possível encontrar estudos que apresentaram alta eficácia ao remover grandes concentrações de microrganismos persistentes como (oo) cistos de Cryptosporidium e Giardia, com remoções maiores que 5 log. Além do desempenho satisfatório, os autores perceberam que os oocistos de Cryptosporidium ficaram retidos nas camadas superiores do leito e que o biofilme dos filtros lentos é o principal mecanismo de remoção da tecnologia. O filtro lento também remove de maneira eficaz a turbidez, sólidos suspensos e metais tóxicos na água tratada. Tendo em vista seu tamanho e dificuldade de remoção, além da persistência no meio ambiente e resistência aos processos de desinfecção, remover o Cryptosporidium pode significar também a remoção de todos os outros protozoários presentes na água. Para detectar a presença dos oocistos de Cryptosporidium na água tratada pode-se utilizar um contador de partículas. Este trabalho pretende verificar o desempenho de um filtro lento; e a inserção de coagulação antecedendo o filtro lento; para o tratamento da água de uma lagoa litorânea localizada numa bacia urbanizada.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1759924 - HELIO RODRIGUES DOS SANTOS
Externo ao Programa - 1615358 - JAZIELLI CARVALHO SA
Externo ao Programa - 3919045 - JULIANA DELGADO TINOCO
Notícia cadastrada em: 25/10/2017 13:41
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