Banca de DEFESA: DIEGO SOUZA DE OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : DIEGO SOUZA DE OLIVEIRA
DATA : 25/04/2017
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do CCEA - CTEC/UFRN
TÍTULO:

ANÁLISE DE ÍNDICES DE VULNERABILIDADE FÍSICA COM USO DE GEOTECNOLOGIAS NA REGIÃO DA BARREIRA DO INFERNO

 



PALAVRAS-CHAVES:

Geotecnologias. Vulnerabilidade Física. Zona Costeira.

 


PÁGINAS: 93
RESUMO:

Estudos de variação do nível médio do mar projetam que até o final do século 21 cerca de 95% do oceano experimentará uma elevação do nível médio do mar, com uma projeção de aumento médio de 63 cm até 2100, em consequência do aquecimento dos oceanos e derretimentos das geleiras. A determinação da vulnerabilidade física de uma região possibilita o reconhecimento das causas das modificações ambientais e o planejamento adequado das medidas sustentáveis para a reestruturação dos ambientes buscando minimizar os impactos. Este estudo visa determinar a vulnerabilidade física na região da Barreira do Inferno, por meio da análise dos mapas de vulnerabilidade, possibilitando identificar e avaliar temporalmente a distribuição dos níveis de vulnerabilidade na área. Para isso, foram calculados os índices de vulnerabilidade natural e ambiental por meio do cruzamento dos dados de vulnerabilidade das unidades geoambientais (Geologia, Geomorgfologia, Solos, Vegetação e Uso e Ocupação) e o índice de vulnerabilidade costeira a erosão a partir das variáveis físicas e dinâmicas (geomorfologia, taxa de variação da linha de costa, declividade, infraestrutura urbana costeira, atividade ou uso atual da linha de costa e prognóstico da variação da linha de costa, a amplitude significativa de maré, a altura de onda, e o SLR global)  para três diferentes cenários de mudanças climáticas, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).  Os resultados mostram que para ambos os índices de vulnerabilidade natural e ambiental, os valores obtidos foram de muito baixa, baixa, média e alta vulnerabilidade com o cenário mais pessimista para o IVN apresentando a maior porcentagem de alta vulnerabilidade em cerca de 40% da área. Já para o IVC a área apresentou valores entre baixa e média vulnerabilidade com as piores projeções para o método do IVC-USGS com 100% da linha de costa sob média vulnerabilidade.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1222082 - ADA CRISTINA SCUDELARI
Externo à Instituição - CYNTHIA ROMARIZ DUARTE - UFC
Externo ao Programa - 701.402.192-34 - DÉBORA VIEIRA BUSMAN - MPEG
Externo ao Programa - 350698 - VENERANDO EUSTAQUIO AMARO
Notícia cadastrada em: 24/04/2017 10:10
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