Banca de DEFESA: GIOVANA CRISTINA SANTOS DE MEDEIROS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : GIOVANA CRISTINA SANTOS DE MEDEIROS
DATA : 16/06/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 4I9
TÍTULO:

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA SECA HIDROLÓGICA SOB A PERSPECTIVA DA DEMANDA HÍDRICA



PALAVRAS-CHAVES:

Seca hidrológica. Demanda hídrica. Semiárido.


PÁGINAS: 75
RESUMO:

A avaliação adequada da seca hidrológica para auxiliar o monitoramento de um possível déficit hídrico pode ser crucial na adoção de medidas de combate à seca, principalmente na região semiárida, onde esse fenômeno é mais recorrente. Porém, as metodologias tradicionais utilizam índices padronizados de seca, que não expressam a sua severidade em termos do volume de déficit e nem consideram a demanda hídrica como uma componente do seu cálculo. Como forma de superar essas desvantagens, este trabalho apresenta uma metodologia de avaliação da seca hidrológica, a qual determina o volume de água abaixo da demanda requerida para diferentes intervalos de tempo, de onde se pode caracterizar a seca em função de sua duração, severidade e magnitude, baseando-se no método do Nível Limite. Para tanto, foram estudadas as secas ocorridas entre 1997 e 2015 em dois reservatórios de diferentes capacidades da bacia hidrográfica do Rio Piranhas-Açu. De forma complementar, foi utilizado o método de avaliação de seca hidrológica desenvolvido por Araújo & Bronstert (2015) a fim de comparar as características dos eventos de seca identificados por diferentes métodos para os mesmos reservatórios. Pelas duas metodologias, os resultados mostraram que o reservatório com maior capacidade de acumulação é mais eficiente e, assim, menos susceptível à seca do que o de menor porte. Foi verificado que a diferença básica entre as duas abordagens é o tempo de análise dos eventos de seca: enquanto pelo método do Nível Limite é possível estudar as secas ocorridas no passado para diagnosticar e fazer um planejamento dos usos dos reservatórios no futuro, o método de Araújo e Bronstert (2015) possibilita a avaliação das condições atuais para prever o início de uma seca hidrológica. Nessa perspectiva, sugere-se que as duas metodologias apresentadas neste trabalho possam ser utilizadas simultaneamente pelos gestores de recursos hídricos, a fim de possibilitar uma análise mais abrangente dos eventos de seca ocorridos na bacia.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1759777 - ADELENA GONCALVES MAIA
Externo ao Programa - 2190974 - JOANA DARC FREIRE DE MEDEIROS
Externo à Instituição - JOSEMIR ARAÚJO NEVES - EMPARN
Externo à Instituição - JOSÉ CARLOS DE ARAÚJO - UFC
Notícia cadastrada em: 14/06/2016 16:07
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