PPGQ/CCET PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA INSTITUTO DE QUÍMICA Telefone/Ramal: Não informado https://posgraduacao.ufrn.br/ppgq

Banca de DEFESA: CARLOS RANIERI COSTA BATISTA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : CARLOS RANIERI COSTA BATISTA
DATA : 25/02/2025
HORA: 14:00
LOCAL: videoconferência
TÍTULO:

SISTEMA DE LIBERAÇÃO MODIFICADA DO ANTICHAGÁSICO BENZNIDAZOL UTILIZANDO LAPONITA COMO NANOCARREADOR


PALAVRAS-CHAVES:

Liberação modificada; entrega de fármaco; benznidazol; laponita; Eudragit S100


PÁGINAS: 70
RESUMO:

O benznidazol (BNZ) é um medicamento utilizado para o tratamento da doença de chagas, uma doença negligenciada que vitimiza milhares de pessoas no mundo. Esta substância possui baixa solubilidade nos meios gastrointestinais, o que acarreta numa baixa biodisponibilidade do fármaco no organismo. Uma alternativa conveniente para melhorar a eficiência no tratamento está na incorporação do fármaco em argilas, formando um sistema de administração de medicamento modificado. Desta forma, tem-se melhores efeitos terapêuticos e efeitos colaterais mais brandos. Neste trabalho, o BNZ foi incorporado à laponita (LAP), uma argila sintética com grande área específica e regiões altamente iônicas, pelo método de fusão. A partir disso, por capilaridade o fármaco impregnou-se a LAP formando o híbrido (LAP + BNZ) que posteriormente foi revestido com eudragitⓇ S100. Essa etapa foi importante para proteger o fármaco da degradação em meio ácido, sendo utilizada a técnica de evaporação de solvente empregando-se o etanol. Os precursores e o hibrido resultante foram caracterizados por Difração de Raios X (DRX), Fluorescência de Raios X (FRX), Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), Termogravimetria (TG), Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC), Microscopia Eletrônica de Varredura com Espectroscopia por Energia Dispersiva de Raios X (MEV-EDS). Por meio do estudo simulando o pH estomacal e intestinal foi possível verificar que o sistema modificado foi eficiente na liberação controlada do fármaco benznidazol que liberou gradualmente cerca 11,4% do fármaco em região estomacal; 23,8% na primeira região intestinal e 53,2% na segunda região intestinal simulada, assim, liberando 88,4% ao longo de 12h de análise. Por fim, o estudo cinético evidenciou que o modelo com melhor ajuste foi o de Korsmeyer-Peppas controlado principalmente pelo Caso II de difusão.


MEMBROS DA BANCA:
Externa ao Programa - 1412709 - NEDJA SUELY FERNANDES - nullPresidente - 2413537 - POLLYANA SOUZA CASTRO
Externa à Instituição - RAQUEL DE MELO BARBOSA - US
Interna - 1308577 - SIBELE BERENICE CASTELLA PERGHER
Notícia cadastrada em: 31/01/2025 09:35
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