O eixo central do projeto situa a adoção da Educação Patrimonial enquanto ferramenta. A percepção de patrimônio deve ser conectada com a identidade e, através disso, proporcionar a conscientização e reconhecimento com os diferentes bens presentes na comunidade como é o caso, por exemplo, das ruínas da igreja de São Miguel do Guajiru e do Convento Jesuíta na área a ser pesquisada, vistos em toda sua dimensão de significância cultural, religiosa, histórica, arqueológica e de ressignificação desses mesmos aspectos por parte das comunidades que formam a municipalidade de Extremoz. As ações de Educação Patrimonial devem abranger os processos educativos formais e não formais, cujo foco é o Patrimônio Cultural. As ações de extroversão dos materiais arqueológicos coletados irão primar pelo diálogo com as comunidades que habitam o local e seu entorno ou proximidade os quais mantém relações simbólicas, religiosas, de ancestralidade e culturais com os elementos objetos de estudo deste projeto, bem como das relações patrimoniais e culturais que essas comunidades mantêm com esses locais ou sítios arqueológicos.
Alunos(as) da Graduação em História (Bacharelado e Licenciatura) voluntários do LARQ/DEHIS /CCHLA/UFRN
Alunos das escolas municipais e estaduais de Ensino Fundamental I e II circunscritas ao município de Extremoz/RN, pessoas ligadas à Prefeitura de Extremoz, lideranças comunitárias e visitantes eventuais das ruínas.
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