| Ementa/Descrição: |
Discute aspectos históricos e evolutivos da ritmicidade biológica, que contribuíram para a adaptação do ser humano aos ciclos da natureza e para manutenção da saúde. Descreve nas bases morfofuncionais que geram e regulam a ritmicidade das funções e comportamentos biológicos, com ênfase no ritmo de sono/vigília ao longo das fases da vida (ontogênese), ressaltando as diferenças individuais. Aborda como o contexto social, familiar, educacional e do trabalho podem ser desafios temporais no cotidiano da sociedade, acarretando implicações à saúde biopsicossocial do indivíduo e das coletividades. Debate a aplicação da ritmicidade biológica (Cronobiologia) na área da saúde, a partir dos distúrbios e alterações do ritmo sono/vigília, assim como, relaciona estes conhecimentos na prática da prevenção e promoção da saúde e qualidade de vida. Descreve e aplica técnicas de avaliação do ritmo sono/vigília utilizadas em laboratório e no contexto de vida real. |
| Referências: |
LENT, Robert. Cem bilhões de neurônios? Conceitos fundamentais de neurociências. 2. ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2002.
REFINETTI, Roberto. Circadian physiology. 2. ed. United States: Taylor & Francis Press, 2006.
BORBÉLY, A. A.; DAAN, S.; WIRZ-JUSTICE, A.; DEBOER, T. The two-process model of sleep regulation: a reappraisal. Journal of Sleep Research, v. 25, n. 2, p. 131-143, 2016.
PEDRAZZOLI, Mário. A ilusão dos relógios: uma ameaça à saúde. Revista Estudos Culturais, v. 2, n. 2, 2015.
MENNA-BARRETO, Luiz; WEY, Daniela. Ontogênese do sistema de temporização - A construção e as reformas dos ritmos biológicos ao longo da vida humana. Psicologia USP, v. 18, n. 2, p. 133-153, 2007.
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